De Marisa Gibson , hoje na coluna DIARIO POLÍTICO Colocados no meio do tiroteio das reformas trabalhista e da Previdência, os ministros pernambucanos Mendonça Filho (DEM), da Educação, Bruno Araújo (PSDB), Cidades, e Fernando Bezerra Filho (PSB), Minas e Energia, vão ter que se desdobrar para fazer do limão uma limonada: manter a fidelidade ao governo do qual participam, convencer parlamentares a votarem favoravelmente às propostas do Palácio do Planalto e convencer o eleitor que as mudanças que o governo propõe não lhes tiram direitos adquiridos. Ao todo, 14 ministros podem ser afastados das pastas que comandam e voltar à atuação parlamentar na Câmara dos Deputados, incluindo aí o também o pernambucano Raul Jungmann (PPS), da Defesa, que esteve ausente dos primeiros embates da reforma trabalhista por estar em compromisso oficial em Moscou. Do ponto de vista do governo, a presença dos ministros pernambucanos no Câmara funciona também como um contraponto à resistência do PS...