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Lava Jato: PF prende presidente da Fecomércio-RJ

PF investiga desvio de recursos do Sesc e do Senac Segundo o MPF, Orlando Diniz é suspeito de usar o esquema de lavagem de dinheiro do ex-governador Sérgio Cabral. Outras três pessoas são alvos de mandados de prisão. Arthur Guimarães - TV Globo Agentes da Polícia Federal e do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro prenderam, na manhã desta sexta-feira (23), o presidente da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), Orlando Diniz, em um desdobramento da Operação Lava Jato. Entre os desvios investigados, está a contratação de funcionários fantasmas com dinheiro destinado ao Sesc e ao Senac. Outras três pessoas são alvos de mandados de prisão. Além de presidente Fecomércio-RJ, Diniz também é presidente afastado do Sesc-Rio. Ele foi afastado do comando do Sesc em dezembro pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) por suspeita de irregularidades no comando dessa entidade. A Lava Jato tem indícios de que, mesmo afastado do Sistema S – nome dado às org...

Com 60% de rejeição, Temer acredita poder se reeleger

Para tentar viabilizar a candidatura, Temer agiu como o animal político que é Raquel Landim – Folha de S.Paulo Tudo indica que o  presidente Michel Temer  ouviu o canto da sereia. A música embalada pelas vozes doces do Planalto é realmente tentadora. Se os partidos de centro procuram um candidato “reformista”, que defenda as realizações do atual governo, porque não poderia ser o próprio Temer? Afinal, não foi ele que debelou a inflação e colocou a economia em rota de crescimento? Depois de umas das recessões mais profundas da história, as previsões apontam para um crescimento do PIB de 3% este ano. Além das benesses de se manter no poder, um novo mandato evitaria também que ele finalmente fosse investigado pelas revelações feitas por Joesley Batista em sua delação. Sem a proteção do foro privilegiado, sua situação pode ficar bem complicada. Para tentar viabilizar a candidatura, Temer agiu como o animal político que é: abandonou uma agenda ...

Presidente foi incluído no TRE-SP em lista de inelegíveis após doação ilegal em 2016

Carolina Brígido - O Globo Embora o Tribunal Regional Eleitoral ( TRE ) de São Paulo tenha incluído o nome do presidente  Michel Temer  em uma  lista de políticos inelegíveis  em 2016, a situação dele é controversa. Caso leve adiante uma candidatura à reeleição, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai ter que examinar se concede ou não o registro. Temer foi condenado pelo TRE paulista ao pagamento de multa por doação ilegal ao PMDB. Para dois ex-ministros do TSE, não está claro se o caso se insere na Lei da Ficha Limpa. Temer foi condenado pela Justiça Eleitoral em primeira instância a pagar multa de R$ 80 mil. O Ministério Público recorreu para aumentar o valor. Alegou que o crime deveria ser considerado mais grave por se tratar de vice-presidente da República. O recurso foi negado em 2016. Para o TRE a “multa imposta no mínimo legal é suficiente para repreender a conduta ilícita em atenção aos princípios da proporcionalidade, razoabilidade e isonomia”. Em se...

Intervenção:: PT sentiu a tacada certeira de Temer

Integrantes de partidos da base de Temer que veem com desconfiança qualquer tentativa de o presidente melhorar sua avaliação ficaram convencidos de que ele deu uma  tacada certeira com a intervenção federal do Rio  ao verem a reação dos petistas. A repercussão da ação acendeu uma luz amarela no PT. A pedido do ex-presidente Lula,  Fernando Haddad , coordenador do programa de governo da sigla, se debruçará na formulação de propostas de combate ao crime e à violência até o início da caravana pelo Sul. Já Henrique Meirelles (Fazenda)  decidiu acenar com clareza para a sucessão presidencial em um gesto calculado.  O raciocínio é simples: enquanto o presidente Michel Temer não disser com todas as letras que será candidato à reeleição, ele vai se colocar como postulante ao  Planalto. http://www.blogdomagno.com.br/

Paulo Vieira expõe extensão de corrupção tucana

Operador tenta colar em inquérito de Serra no STF Blog do Kennedy A defesa de Paulo Vieira da Costa, ex-diretor da Dersa em São Paulo, anexou a um inquérito no Supremo Tribunal Federal informação que consta de processo na 5ª Vara Federal de São Paulo dando conta de que ele tinha R$ 113 milhões em bancos suíços em junho de 2016. Jabuti não sobe em árvore. Se a defesa preferiu levar a informação ao Supremo, vê vantagens jurídicas nisso. Esse inquérito investiga o senador José Serra, do PSDB de São Paulo e governador do Estado na época em Paulo Vieira da Costa detinha imenso poder na Dersa e operava como arrecadador de recursos eleitorais do tucanato paulista. A fim de se livrar das acusações na Lava Jato, Serra tem procurado se beneficiar do prazo prescricional menor, porque possui mais de 70 anos. Para a defesa de Paulo Vieira da Costa, faz sentido colar no senador tucano. Do ponto de vista político, a atitude da defesa de Paulo Vieira dá mais uma evidência da hipocrisia do d...

Eleição de Temer exigiria um surto de amnésia

Josias de Souza A maneira como Michel Temer mudou a agenda do seu governo, levando à vitrine uma intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro, estimulou a suspeita de que o presidente contraiu a febre provocada nos políticos quando eles são picados pelo mosquito azul. Temer passou a sonhar, veja você, com a reeleição à Presidência da República. Mas há um problema: o êxito eleitoral de Temer depende da má memória do Brasil. Temer e seus operadores políticos enxergam o governo como um borrão cor-de-rosa, feito de recuperação econômica e, agora, de combate duro à criminalidade. A recuperação da economia é retardada pela imoralidade do governo. E a guerra contra o crime é, por ora, um sucesso de gogó. Ninguém vira o presidente mais impopular da história, com 70% de reprovação, por acaso. Para que uma hipotética candidatura presidencial de Temer ficasse em pé, o eleitor teria de enviar para o armário do esquecimento duas denúncias criminais congeladas, um inquérito em andament...

Mandado coletivo é inconstitucional, dizem juristas

Estadão Conteúdo Um “mandado coletivo de busca e apreensão” é inconstitucional, afirmam juristas. A medida para atuar durante a intervenção na área de Segurança Pública do Rio foi um pedido do comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, ao governo federal. “No lugar de você dizer rua tal, número tal, você vai dizer, digamos, uma rua inteira, uma área ou um bairro”, justificou o ministro da Defesa, Raul Jungmann. O conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em São Paulo, Frederico Crissiuma de Figueiredo, afirma que ‘mandados de busca e apreensão coletivos são inconstitucionais’. Para o criminalista, a medida ‘atenta contra os diretos constitucionais à privacidade, à dignidade e à inviolabilidade dos domicílios’. “Mesmo numa situação de intervenção federal, tais garantias não podem, no meu entender, ser afastadas. Se há necessidade de busca e apreensão, ela deve ser demonstrada individualmente, indicando-se as fundadas suspeitas que justifiquem...

PTB decide avaliar novo nome para o Trabalho

Blog do Valdo Cruz Diante da demora de o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir o impasse sobre a posse de Cristiane Brasil, o PTB decidiu avaliar outro nome para o Ministério do Trabalho. Segundo um integrante do partido, em dois dias pode ser feita uma nova indicação, de um técnico ligado à legenda. Petebistas já conversaram sobre o tema com o presidente do PTB, Roberto Jefferson, pai de Cristiane, e ele também já estaria convencido de que não haveria mais condições para insistir na posse da deputada. Assessores do presidente Michel Temer disseram ao blog que, por enquanto, o Palácio do Planalto ainda não foi informado de nenhuma decisão do partido aliado. A equipe de Temer destaca, porém, que esse é realmente o melhor caminho agora. Principalmente porque, a partir de agora, com a intervenção no Rio de Janeiro, o Palácio do Planalto não vai mais precisar aprovar emendas constitucionais no Congresso. Com isso, a dependência do presidente de seus aliados vai diminuir. O Plan...

Comandante e a insegurança jurídica na ação do RJ

General preocupado com consequências do que chama de “insegurança jurídica” sobre atuação dos soldados Josias de Souza O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, revela em suas conversas privadas uma enorme preocupação com as consequências do que chama de “insegurança jurídica” na atuação dos soldados em ações de segurança urbana -como as que serão intensificadas no Rio de Janeiro, agora sob intervenção federal. Villas Bôas costuma citar a situação dos recrutas. Diz coisas assim: “O Exército tira o jovem da família dele, para o serviço militar obrigatório. Treina-o para atuar como soldado. O jovem é destacado para uma operação no Rio de Janeiro. Ele se depara com traficantes. Troca tiros. Mata os bandidos para se defender. Depois, o Exército devolve esse jovem para sua família como um indiciado pela Justiça comum, sob o risco de ser submetido a um júri popular. Precisamos dar segurança a esses jovens, para que eles cumpram suas missões.” A ''segurança...

Vaivém de Temer deixou seu governo sem nexo

Josias de Souza O  brasileiro vai descobrindo aos poucos que, sob Michel Temer, o governo pode ser a favor de tudo ou absolutamente contra qualquer outra coisa. Até a semana passada, o Planalto dizia que era indispensável aprovar a reforma da Previdência. Sob pena de ocorrer um Apocalipse nas contas públicas. Nesta segunda-feira, dia em que ocorreria a votação da emenda salvadora, o Planalto colocou sua infantaria legislativa a serviço da aprovação do decreto de intervenção na segurança do Rio de Janeiro. Um decreto que levará o governo gastar um dinheiro que diz não ter. Falta lógica. O Temer austero de ontem, defensor intransigente da reforma da Previdência, pode ser o Temer perdulário de hoje, apologista da agenda da segurança pública. E nem os mais convictos defensores do presidente podem assegurar que o país está a salvo do vice-versa. Num país em crise como, o Brasil, há muitos problemas agudos, como o da Previdência e o da segurança. Mas não será possível combatê-los se...