Pular para o conteúdo principal

Ex-governador do mensalão mineiro julgado dia 8

Justiça marca julgamento de tucano Azeredo do mensalão mineiro para dia 8 de agosto
Estadão Conteúdo
O ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo (PSDB) será julgado em segunda instância no processo do mensalão mineiro no próximo dia 8 de agosto, conforme informações do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG). Pela participação no esquema, o tucano foi condenado em primeira instância a 20 anos e 10 meses de prisão. A acusação é por lavagem de dinheiro e peculato.
Segundo investigações do Ministério Público, o mensalão mineiro surgiu durante o governo de Azeredo, cuja administração foi de 1995 a 1998. O esquema consistia no desvio de recursos de estatais, como a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) para a campanha de Azeredo pela reeleição, em 1998, quando foi derrotado por Itamar Franco. O julgamento ocorrerá na 5.ª Câmara Criminal do TJ-MG.
Se confirmada a decisão de primeira instância, o tucano poderá ficar preso por pouco mais de um ano. Isso porque o ex-governador completará 70 anos em 9 de setembro de 2018. O Código Penal estabelece que, nessa idade, o prazo de prescrição caia pela metade. Segundo a legislação à época, ocorrências por peculato e lavagem de dinheiro prescrevem quando se atinge 16 anos entre o crime e o recebimento da denúncia.
Para que o ex-governador de Minas cumprisse toda a pena, o processo contra o tucano deveria estar totalmente concluído até o seu aniversário no ano que vem. O advogado de Azeredo, Castellar Guimarães Neto, afirmou ter confiança na reforma da sentença. “Não há na instrução probatória nenhum indício de que o ex-governador tenha participado de decisões administrativas das estatais nem mesmo da organização financeira da campanha”, afirmou.
http://www.blogdomagno.com.br/?pagina=2

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mapa das facções em presídios brasileiros

Sem dinheiro, Exército deixa Força no Haiti

Leandro Mazzini - Coluna Alvorada Sucumbiu no cofre da União a ideia política de fazer bonito perante a Organização das Nações Unidas (ONU), na tentativa de ganhar respeito no Conselho de Segurança e conseguir um assento na patota nuclear. Com os cortes no Orçamento deste ano e as verbas minguadas a cada dia, o Exército do Brasil vai deixar a Minustah no Haiti. Para não fazer feio, ainda envia o último contingente esta semana, para os últimos seis meses de vigilância. A Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah) foi criada e organizada pelo Conselho de Segurança da ONU para manter a ordem e evitar a tomada do poder por guerrilhas no país caribenho, após a deposição do presidente Jean-Bertrand Aristide. A presença por força política tornou-se essencialmente social após o terremoto de 2010, quando mais de 200 mil pessoas foram vitimadas. A tropa que parte para a capital Porto Príncipe foi apresentada neste domingo, na Praça dos Três Poderes em Brasíli...

'Fi-lo porque qui-lo': aprenda gramática com frase histórica de Jânio Quadros

FI-LO PORQUE QUI-LO                       Vamos lembrar um pouco de história, política e gramática?                     O ex-presidente Jânio Quadros gostava de usar palavras difíceis, construções eruditas, para manter sua imagem de pessoa culta. Diz o folclore político que, ao ser indagado sobre os motivos de sua renúncia, em 1961, teria dito: "Fi-lo porque qui-lo".                     Traduzindo para uma linguagem mais acessível, mais moderna, ele quis dizer "fiz isso porque quis isso", ou, simplificando, "fiz porque quis".                     Esse "LO" nada mais é que o pronome oblíquo "O", que ga...