Pular para o conteúdo principal

Com vara curta: temores a Maia


Ao analisar a reação furiosa de Rodrigo Maia contra o advogado do presidente Michel Temer que reclamou da divulgação da delação de Lúcio Funaro, aliados do presidente da Câmara dizem que os seguidos embates do governo com ele estão deixando mais à vontade os descontentes com o Palácio do Planalto. A informação é de Daniela Lima, na coluna Painel, da Folha de S.Paulo.
Segundo a colunista, não há na Câmara um grupo com força para impor uma derrota a Temer quando a segunda denúncia criminal contra ele chegar ao plenário, dizem aliados de Maia
 Mas uma votação pouco expressiva poderia prejudicar a agenda de Temer no resto de seu mandato.
“Parlamentares que tiveram contato com as bases no feriado prolongado dizem que é cada vez mais custoso sustentar o governo e apostam que muitos deputados podem usar a votação da denúncia para se reconciliar com a opinião pública.”
TIROTEIO - O governo erra ao confrontar Maia, que é fiador da estabilidade do país. Se o tratamento agora é esse, imagina após a votação da denúncia.
DO DEPUTADO EFRAIM FILHO (PB), líder do DEM, sobre o embate entre Michel Temer e Rodrigo Maia após a divulgação dos vídeos da delação de Lúcio Funaro.
http://www.blogdomagno.com.br/?pagina=2

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mapa das facções em presídios brasileiros

'Fi-lo porque qui-lo': aprenda gramática com frase histórica de Jânio Quadros

FI-LO PORQUE QUI-LO                       Vamos lembrar um pouco de história, política e gramática?                     O ex-presidente Jânio Quadros gostava de usar palavras difíceis, construções eruditas, para manter sua imagem de pessoa culta. Diz o folclore político que, ao ser indagado sobre os motivos de sua renúncia, em 1961, teria dito: "Fi-lo porque qui-lo".                     Traduzindo para uma linguagem mais acessível, mais moderna, ele quis dizer "fiz isso porque quis isso", ou, simplificando, "fiz porque quis".                     Esse "LO" nada mais é que o pronome oblíquo "O", que ga...

O milagre do Natal de 2017

Vinicius Torres Freire – Folha de S.Paulo "84 SERÁ igual ou pior que 83", dizia a manchete desta  Folha  no Natal de 1983, baseada em pesquisa com empresários. O Brasil vivia o pior triênio de recessão do século. Em 1983, a economia encolheu 2,9%. No entanto, em 1984, cresceria 5,4%. Um grande erro feliz de previsão. Pode acontecer em 2017? Hoje, dia de festa, vamos mudar um pouco de assunto. Vamos falar mais do espírito dos Natais de crises passadas. "Henry Ford confia num próximo melhoramento da situação econômica" era a primeira notícia da "Folha da Manhã" do Natal de 1931, outro fim de triênio triste da economia. Ford errou. A economia americana melhoraria apenas uma década depois, na Segunda Guerra. "Várias opiniões favoráveis à Constituinte" era a manchete política. O Brasil vivia sob o governo provisório da Revolução de 30. Golpe? Divertida mesmo era a publicação de mais um capítulo inédito de "Viagem ao Céu", de Mo...