Pular para o conteúdo principal

Agenda política da semana

Gabriel Garcia
De Brasília
Semana agitada na política, com o fim do recesso do Congresso e Supremo Tribunal Federal, que retomam suas atividades nesta semana. Serão eleitos os presidentes da Câmara e do Senado e demais membros das Mesas Diretoras. O Supremo pode decidir sobre a escolha do relator da Lava-Jato em substituição a Teori Zavascki, morto em acidente aéreo. Embora a presidente do STF, Carmem Lúcia, possa homologar a delação da Odebrecht, a tendência é que a tarefa fique a cargo do novo relator. O governo pode encaminhar reforma trabalhista ao Congresso. Os outros destaques são os seguintes:
1. Nesta segunda-feira (30), o PSB elege o novo líder da bancada na Câmara.
2. O Tesouro Nacional divulga o resultado das contas do governo central em 2016.
3. Ainda há a divulgação do IGP-M de janeiro.
4. Na terça-feira (31), o Banco Central divulga o resultado das contas do setor público consolidado em 2016.
5. O IBGE divulga resultado da PNAD Contínua referente ao último trimestre encerrado em dezembro.
6. Na quarta-feira (1), o presidente Michel Temer participa da solenidade de reabertura dos trabalhos do Supremo.
7. Ainda na quarta, termina, às 23h, o prazo de registro de candidaturas para cargos da Mesa da Câmara.
8. O Supremo Tribunal Federal pode julgar constitucionalidade do limite de gastos com pessoal para Estados e Municípios previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal.
9. O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços divulga (1) o resultado da balança comercial em janeiro.
10. O IBGE divulga Pesquisa Industrial Mensal de dezembro e o consolidado de 2016.
11. O Conselho de Administração da Oi se reúne para avaliar proposta do fundo de investimento americano Elliott, que está disposto a colocar R$ 9,2 bilhões no negócio. Também será discutido o plano revisado de recuperação judicial da empresa.
12. Na quinta-feira (2), o Congresso Nacional retoma atividades, com eleição para presidentes da Câmara e do Senado.
13. O Supremo julga recurso sobre responsabilidade subsidiária da administração pública por encargos trabalhistas não pagos por empresas privadas prestadoras de serviço terceirizado.
14. Na sexta-feira (3), o PT organiza, em Recife, juntamente com movimentos sociais e sindicatos, evento contra a Reforma da Previdência.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mapa das facções em presídios brasileiros

'Fi-lo porque qui-lo': aprenda gramática com frase histórica de Jânio Quadros

FI-LO PORQUE QUI-LO                       Vamos lembrar um pouco de história, política e gramática?                     O ex-presidente Jânio Quadros gostava de usar palavras difíceis, construções eruditas, para manter sua imagem de pessoa culta. Diz o folclore político que, ao ser indagado sobre os motivos de sua renúncia, em 1961, teria dito: "Fi-lo porque qui-lo".                     Traduzindo para uma linguagem mais acessível, mais moderna, ele quis dizer "fiz isso porque quis isso", ou, simplificando, "fiz porque quis".                     Esse "LO" nada mais é que o pronome oblíquo "O", que ga...

O milagre do Natal de 2017

Vinicius Torres Freire – Folha de S.Paulo "84 SERÁ igual ou pior que 83", dizia a manchete desta  Folha  no Natal de 1983, baseada em pesquisa com empresários. O Brasil vivia o pior triênio de recessão do século. Em 1983, a economia encolheu 2,9%. No entanto, em 1984, cresceria 5,4%. Um grande erro feliz de previsão. Pode acontecer em 2017? Hoje, dia de festa, vamos mudar um pouco de assunto. Vamos falar mais do espírito dos Natais de crises passadas. "Henry Ford confia num próximo melhoramento da situação econômica" era a primeira notícia da "Folha da Manhã" do Natal de 1931, outro fim de triênio triste da economia. Ford errou. A economia americana melhoraria apenas uma década depois, na Segunda Guerra. "Várias opiniões favoráveis à Constituinte" era a manchete política. O Brasil vivia sob o governo provisório da Revolução de 30. Golpe? Divertida mesmo era a publicação de mais um capítulo inédito de "Viagem ao Céu", de Mo...