Pular para o conteúdo principal

Preso, Delcídio mantém salário, benefícios e gabinete


Apesar de preso por quase dois meses no âmbito da Operação Lava Jato, o senador Delcídio Amaral (PT-MS) continua a receber normalmente seu salário e benefícios, como um auxílio moradia de R$ 5.500, segundo reportagem de Isabel Bonfim, do Estado de S. Paulo.
Como a prisão de um senador da República é algo inédito, a Secretaria-Geral da Mesa do Senado interpreta que Delcídio Amaral (PT-MS) está "licenciado" do cargo e não comparece às sessões na Casa por estar "impedido", explica a reportagem.
Seus direitos, portanto, foram mantidos e inclusive seu gabinete segue em funcionamento, com funcionários que respondem emails, correspondência e atendem a telefonemas. Uma funcionária assumiu o posto do chefe de gabinete, Diogo Ferreira, que foi preso junto com Delcídio.
Os dois foram acusados de atrapalhar as investigações. Na interpretação dos investigadores, Delcídio tentava evitar a delação premiada do ex-dirigente da estatal.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mapa das facções em presídios brasileiros

Sem dinheiro, Exército deixa Força no Haiti

Leandro Mazzini - Coluna Alvorada Sucumbiu no cofre da União a ideia política de fazer bonito perante a Organização das Nações Unidas (ONU), na tentativa de ganhar respeito no Conselho de Segurança e conseguir um assento na patota nuclear. Com os cortes no Orçamento deste ano e as verbas minguadas a cada dia, o Exército do Brasil vai deixar a Minustah no Haiti. Para não fazer feio, ainda envia o último contingente esta semana, para os últimos seis meses de vigilância. A Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah) foi criada e organizada pelo Conselho de Segurança da ONU para manter a ordem e evitar a tomada do poder por guerrilhas no país caribenho, após a deposição do presidente Jean-Bertrand Aristide. A presença por força política tornou-se essencialmente social após o terremoto de 2010, quando mais de 200 mil pessoas foram vitimadas. A tropa que parte para a capital Porto Príncipe foi apresentada neste domingo, na Praça dos Três Poderes em Brasíli...

'Fi-lo porque qui-lo': aprenda gramática com frase histórica de Jânio Quadros

FI-LO PORQUE QUI-LO                       Vamos lembrar um pouco de história, política e gramática?                     O ex-presidente Jânio Quadros gostava de usar palavras difíceis, construções eruditas, para manter sua imagem de pessoa culta. Diz o folclore político que, ao ser indagado sobre os motivos de sua renúncia, em 1961, teria dito: "Fi-lo porque qui-lo".                     Traduzindo para uma linguagem mais acessível, mais moderna, ele quis dizer "fiz isso porque quis isso", ou, simplificando, "fiz porque quis".                     Esse "LO" nada mais é que o pronome oblíquo "O", que ga...