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Míssil da Coreia do Norte deixa mundo perto da guerra

'Se a guerra vier, o regime norte-coreano será totalmente destruído', diz Nikki Haley. Embaixadora dos EUA pede que todos os países cortem relações com a Coreia do Norte.

G1
A embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Nikki Haley, disse nesta quarta-feira (29) durante reunião do Conselho de Segurança, que o último lançamento do míssil intercontinental feito pela Coreia do Norte deixou mundo próximo da guerra. E acrescentou que, se houver confronto, a Coreia do Norte vai ser completamente destruída.
"Nós nunca buscamos uma guerra com a Coreia do Norte, e até hoje não buscamos. Se a guerra vier, será por causa de seus atos contínuos de agressão como o que testemunhamos ontem", disse Haley na ONU. "Se a guerra vier, não tenha dúvidas de que o regime norte-coreano será totalmente destruído", acrescentou.
A Coreia do Norte lançou o míssil Hwasong-15, que voou por mil quilômetros até cair no Mar do Japão, alcançou mais de 4.000 km de altitude, o que representa a máxima altura atingida até o momento por um projétil norte-coreano. A emissora de TV KCTC anunciou que o projétil é capaz de atingir "todo o território norte-americano". Nesta quarta, a agência norte-coreana KCNA divulgou imagens do lançamento do míssil e do líder Kim Jong-un comemorando o teste
Haley também pediu que todos os países cortem relações com a Coreia do Norte, e cobrou liderança da China neste quesito, pedindo que o país de Xi Jinping corte o fornecimento de petróleo à Coreia do Norte.
"Ninguém pode duvidar que o ditador da Coreia do Norte está se tornando mais agressivo em obsessão pelo poder nuclear", afirmou.

A reunião de emergência do Conselho de Segurança desta quarta ocorre após pedido feito pelos Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul após o lançamento do míssil.
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