Pular para o conteúdo principal

Governo Temer corrige distorção e devolve autonomia para Suape

índice
O presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape, Thiago Norões, divulgou, nesta quarta-feira, duas boas notícias relacionadas ao complexo.
Na primeira delas, o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil aprovou a complementação do atual Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ) do Complexo.
“Trata-se de um novo capítulo para o desenvolvimento do Complexo Industrial Portuário de Suape começa a ser escrito. Com a mudança, algumas áreas do Porto Organizado sob a gestão da Secretaria Especial dos Portos passam a ser consideradas como não operacionais, fazendo com que a celebração de contratos e instauração de processos de licitação fiquem sob o comando de Suape”.
De acordo com o governo, a novidade segue as diretrizes da Portaria nº 409, de 27 de novembro de 2014, da Secretaria de Portos da Presidência da República, que regulamenta a exploração direta e indireta das áreas que não são diretamente afetadas pelas operações portuárias em portos organizados.
“Essa alteração concede a Suape autonomia na gestão dos contratos das empresas já instaladas no Porto Organizado, como a Bahiana Distribuidora de Gás (Ultragas); a Bunge Margarina; a Copagaz Distribuidora de Gás; a Liquigas Distribuidora; a Minasgás (SuperGasBrasil); a Termopernambuco e, a M&G Polímeros”.
“A partir do momento que o porto passa a ter autonomia sobre os contratos e licitações teremos mais agilidade nas concessões para as empresas. Ganha o Complexo e ganha os investidores interessados em instalar suas plantas aqui”, pontuou o presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape, Thiago Norões.
O governo do Estado destacou ainda outro avanço nas negociações dos contratos sob a gerência da Secretaria Especial dos Portos, publicado, na última quinta-feira (14/07), no Diário Oficial da União.
O Ministério dos Transportes, Portos e Aviação aprovou, preliminarmente, o pedido de ampliação do contrato de arrendamento da empresa Pandenor Importação e Exportação. A demanda passará agora pela análise da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).
Com a autorização, a companhia pretende investir na ampliação do seu parque de armazenamento de combustíveis. Atualmente, a Pandenor tem capacidade de armazenar 62 mil m³ de granéis líquidos.
O crescimento das operações da Refinaria Abreu e Lima, elencou o Porto de Suape na liderança nacional entre os portos públicos que movimentam granéis líquidos, o que vem motivando as empresas do setor e aportarem recursos para melhorar ainda mais a sua infraestrutura.
O Porto de Suape possui, atualmente, capacidade total de tancagem de 731 mil m³ de granéis líquidos.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mapa das facções em presídios brasileiros

Sem dinheiro, Exército deixa Força no Haiti

Leandro Mazzini - Coluna Alvorada Sucumbiu no cofre da União a ideia política de fazer bonito perante a Organização das Nações Unidas (ONU), na tentativa de ganhar respeito no Conselho de Segurança e conseguir um assento na patota nuclear. Com os cortes no Orçamento deste ano e as verbas minguadas a cada dia, o Exército do Brasil vai deixar a Minustah no Haiti. Para não fazer feio, ainda envia o último contingente esta semana, para os últimos seis meses de vigilância. A Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah) foi criada e organizada pelo Conselho de Segurança da ONU para manter a ordem e evitar a tomada do poder por guerrilhas no país caribenho, após a deposição do presidente Jean-Bertrand Aristide. A presença por força política tornou-se essencialmente social após o terremoto de 2010, quando mais de 200 mil pessoas foram vitimadas. A tropa que parte para a capital Porto Príncipe foi apresentada neste domingo, na Praça dos Três Poderes em Brasíli...

'Fi-lo porque qui-lo': aprenda gramática com frase histórica de Jânio Quadros

FI-LO PORQUE QUI-LO                       Vamos lembrar um pouco de história, política e gramática?                     O ex-presidente Jânio Quadros gostava de usar palavras difíceis, construções eruditas, para manter sua imagem de pessoa culta. Diz o folclore político que, ao ser indagado sobre os motivos de sua renúncia, em 1961, teria dito: "Fi-lo porque qui-lo".                     Traduzindo para uma linguagem mais acessível, mais moderna, ele quis dizer "fiz isso porque quis isso", ou, simplificando, "fiz porque quis".                     Esse "LO" nada mais é que o pronome oblíquo "O", que ga...