Pular para o conteúdo principal

LIGAÇÕES TELEFÔNICAS PARA A GUARDA MUNICIPAL SERÃO GRATUITAS

Brasília - 30/7/15 – A Agência Nacional de Telecomunicação (Anatel) determinou que todas as prestadoras fixas e móveis, que oferecem serviço de telecomunicações no Brasil, devem programar em suas redes o código 153 da Guarda Municipal como serviço público de emergência.A medida é resultado do projeto de Lei nº 13.022/2014, sancionado pela presidente Dilma Rousseff em agosto de 2014. O texto diz que “será garantido às prefeituras municipais pela Anatel a linha telefônica de número 153, sem custos de manutenção e instalação das linhas, as quais servirão aos municípios que tenham ou venham a criar a Guarda Civil, além de uma faixa exclusiva de frequência de rádio”.A determinação tem um prazo de 120 dias para ser cumprida pelas prestadoras de telefonia, contando do último dia 27, quando foi publicada no Diário Oficial da União. Com a programação, as chamadas realizadas para o número da Guarda Municipal passam a ser consideradas gratuitas, tanto para a entidade quanto para os usuários desse serviço.Segundo a secretária Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Regina Miki, a decisão da Anatel segue previsão legal e um apelo antigo das Guardas Municipais. Em muitas cidades os guardas municipais possuem um estreita relação com a população o que ajuda a política de prevenção. “A medida facilitará o canal de denúncias, uma resposta mais célere para a coletividade proporcionando uma atuação eficaz e também de apoio as demais instituições policiais, cria-se de forma definitiva mais um canal direto de auxilio no combate a violência”, afirmou.Entre as competências específicas, da Guarda Municipal, previstas na Lei 13.022/2014 destacam-se: cooperar com os órgãos de defesa civil e de segurança pública, inclusive em ações preventivas integradas e atuar com ações preventivas na segurança escolar.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mapa das facções em presídios brasileiros

Sem dinheiro, Exército deixa Força no Haiti

Leandro Mazzini - Coluna Alvorada Sucumbiu no cofre da União a ideia política de fazer bonito perante a Organização das Nações Unidas (ONU), na tentativa de ganhar respeito no Conselho de Segurança e conseguir um assento na patota nuclear. Com os cortes no Orçamento deste ano e as verbas minguadas a cada dia, o Exército do Brasil vai deixar a Minustah no Haiti. Para não fazer feio, ainda envia o último contingente esta semana, para os últimos seis meses de vigilância. A Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah) foi criada e organizada pelo Conselho de Segurança da ONU para manter a ordem e evitar a tomada do poder por guerrilhas no país caribenho, após a deposição do presidente Jean-Bertrand Aristide. A presença por força política tornou-se essencialmente social após o terremoto de 2010, quando mais de 200 mil pessoas foram vitimadas. A tropa que parte para a capital Porto Príncipe foi apresentada neste domingo, na Praça dos Três Poderes em Brasíli...

'Fi-lo porque qui-lo': aprenda gramática com frase histórica de Jânio Quadros

FI-LO PORQUE QUI-LO                       Vamos lembrar um pouco de história, política e gramática?                     O ex-presidente Jânio Quadros gostava de usar palavras difíceis, construções eruditas, para manter sua imagem de pessoa culta. Diz o folclore político que, ao ser indagado sobre os motivos de sua renúncia, em 1961, teria dito: "Fi-lo porque qui-lo".                     Traduzindo para uma linguagem mais acessível, mais moderna, ele quis dizer "fiz isso porque quis isso", ou, simplificando, "fiz porque quis".                     Esse "LO" nada mais é que o pronome oblíquo "O", que ga...