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Cunha não é obrigado a seguir parecer pelo impeachment de Dilma

Eduardo Cunha 3 - foto Agência Brasil
O presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha(PMDB-RJ), disse nesta terça-feira (27) que não está obrigado a seguir o parecer dos técnicos da Casa em favor da abertura de um processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
A notícia segundo a qual o parecer é pela abertura do processo foi dada em primeira mão pelo jornal “Folha de São Paulo”.
De acordo com o jornal, a área jurídica da Câmara entende que há consistência técnica no pedido protocolado pelos advogados paulistas Miguel Reale Júnior, Hélio Bicudo e Janaína Paschoal.
Cunha declarou, entretanto, que a palavra final será dele e não se sua assessoria jurídica, dando a entender que poderá ou não concordar com ela.
Sobre esse assunto, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, disse em São Paulo na noite de ontem (27), após sair da festa comemorativa dos 70 anos do ex-presidente Lula, que um eventual processo de impeachment da presidente da República não tira o sono do partido.
“A análise dos técnicos é apenas para ver se existem condições formais (para impeachment), mas isso não significa que será feito. Não há fundamento. Isso não nos preocupa”, declarou Falcão.

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