Pular para o conteúdo principal

E agora Janot?


Ricardo Boechat - ISTOÉ
Como na quarta-feira 9 o TCU confirmou que as “pedaladas fiscais” praticadas no primeiro mandato de Dilma Rousseff infringiram a Lei da Responsabilidade Fiscal, a pressão sobre o procurador-geral Rodrigo Janot vai surgir com a força de um tsunami. Afinal, como promotor natural da República, espera-se que ele crie uma força tarefa do MPF para atuar no STF, onde Dilma pode ser processada pelos crimes comuns, da mesma maneira que fez com os indiciados pela Lava Jato, no STJ.


Se Dilma Rousseff for afastada do cargo em função do processo de impeachment, a sua defesa será tocada pela Advocacia Geral da União. Alguns juristas entendem que por tratar-se de crime comum e de responsabilidade, cabe a presidente contratar defensores privados e pagar pelo trabalho. Mais uma polêmica envolve o Planalto.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mapa das facções em presídios brasileiros

Sem dinheiro, Exército deixa Força no Haiti

Leandro Mazzini - Coluna Alvorada Sucumbiu no cofre da União a ideia política de fazer bonito perante a Organização das Nações Unidas (ONU), na tentativa de ganhar respeito no Conselho de Segurança e conseguir um assento na patota nuclear. Com os cortes no Orçamento deste ano e as verbas minguadas a cada dia, o Exército do Brasil vai deixar a Minustah no Haiti. Para não fazer feio, ainda envia o último contingente esta semana, para os últimos seis meses de vigilância. A Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah) foi criada e organizada pelo Conselho de Segurança da ONU para manter a ordem e evitar a tomada do poder por guerrilhas no país caribenho, após a deposição do presidente Jean-Bertrand Aristide. A presença por força política tornou-se essencialmente social após o terremoto de 2010, quando mais de 200 mil pessoas foram vitimadas. A tropa que parte para a capital Porto Príncipe foi apresentada neste domingo, na Praça dos Três Poderes em Brasíli...

'Fi-lo porque qui-lo': aprenda gramática com frase histórica de Jânio Quadros

FI-LO PORQUE QUI-LO                       Vamos lembrar um pouco de história, política e gramática?                     O ex-presidente Jânio Quadros gostava de usar palavras difíceis, construções eruditas, para manter sua imagem de pessoa culta. Diz o folclore político que, ao ser indagado sobre os motivos de sua renúncia, em 1961, teria dito: "Fi-lo porque qui-lo".                     Traduzindo para uma linguagem mais acessível, mais moderna, ele quis dizer "fiz isso porque quis isso", ou, simplificando, "fiz porque quis".                     Esse "LO" nada mais é que o pronome oblíquo "O", que ga...