Pular para o conteúdo principal

Punição ao caixa dois ainda corre risco


Apesar da entrevista de Temer, Rodrigo Maia e Renan Calheiros, parte mais radical dos articuladores da anistia ao caixa dois ainda tenta forçar um afrouxamento da punição. A ideia é evitar o termo “anistia” na redação final e dizer que o pleito foi acatado. A informação é de Natuza Nery, na coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta terça-feira.
Para a colunista, quem conhece Temer diz que, pela primeira vez desde que assumiu a Presidência, ele vê seu governo de fato vulnerável. Um influente peemedebista fez o seguinte comentário: “Na política, o governo está derretendo. Na economia, não consegue abrir o paraquedas”.
Segundo ainda a coluna, varou a madrugada de ontem a reunião com Temer na casa de Renan Calheiros. Além dos dois, estavam no encontro o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o secretário-executivo Moreira Franco e os senadores Aécio Neves e Eunício Oliveira.


Foi consenso entre os convivas a avaliação de que o presidente precisa “virar a página Calero” e usar sua imagem para investir em pautas positivas. O encontro começou no domingo, após entrevista de Temer. 
http://www.blogdomagno.com.br/?pagina=2

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mapa das facções em presídios brasileiros

'Fi-lo porque qui-lo': aprenda gramática com frase histórica de Jânio Quadros

FI-LO PORQUE QUI-LO                       Vamos lembrar um pouco de história, política e gramática?                     O ex-presidente Jânio Quadros gostava de usar palavras difíceis, construções eruditas, para manter sua imagem de pessoa culta. Diz o folclore político que, ao ser indagado sobre os motivos de sua renúncia, em 1961, teria dito: "Fi-lo porque qui-lo".                     Traduzindo para uma linguagem mais acessível, mais moderna, ele quis dizer "fiz isso porque quis isso", ou, simplificando, "fiz porque quis".                     Esse "LO" nada mais é que o pronome oblíquo "O", que ga...

O milagre do Natal de 2017

Vinicius Torres Freire – Folha de S.Paulo "84 SERÁ igual ou pior que 83", dizia a manchete desta  Folha  no Natal de 1983, baseada em pesquisa com empresários. O Brasil vivia o pior triênio de recessão do século. Em 1983, a economia encolheu 2,9%. No entanto, em 1984, cresceria 5,4%. Um grande erro feliz de previsão. Pode acontecer em 2017? Hoje, dia de festa, vamos mudar um pouco de assunto. Vamos falar mais do espírito dos Natais de crises passadas. "Henry Ford confia num próximo melhoramento da situação econômica" era a primeira notícia da "Folha da Manhã" do Natal de 1931, outro fim de triênio triste da economia. Ford errou. A economia americana melhoraria apenas uma década depois, na Segunda Guerra. "Várias opiniões favoráveis à Constituinte" era a manchete política. O Brasil vivia sob o governo provisório da Revolução de 30. Golpe? Divertida mesmo era a publicação de mais um capítulo inédito de "Viagem ao Céu", de Mo...