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Governo começa a tirar carne estragada de frigoríficos


Trabalhador carrega pedaços de carne em açougue em São Paulo - Nacho Doce/Reuters
O Globo
Em meio ao escândalo de comércio de carne podre e adulterada, o secretário-adjunto do Ministério da Agricultura, Eumar Novacki, afirmou que já começou a recolher a carne estragada dos frigoríficos, mas disse que a população tem de ficar tranquila e tomar cuidados na hora de comprar no supermercado. Três fábricas de aves, salsicha e mortadela foram fechadas e outras 21 estão sob suspeitas de fraude em carne bovina e até ração para animais de estimação.
Durante uma entrevista coletiva que durou cerca de uma hora e meia, o número dois do Ministério da Agricultura disse que, pessoalmente, comprará carne no fim de semana, mas afirmou que o brasileiro tem o direito de não comprar. Argumentou que há no Brasil, há mais de 4 mil estabelecimentos e que a fraude é restrita a apenas um número baixo.
— Os riscos são muitos pequenos — garantiu o secretário.
— Não há razão para pânico.
Ele ainda informou que a partir de segunda-feira, começarão a ser rastreados os códigos de barra dos produtos dos três frigoríficos em que a fraude foi confirmada. São duas fábricas do Pecin no Sul do país: em Jaguará do Sul (SC) e Curitiba (PR). Uma planta da BRF na cidade de Mineiro, em Goiás, também foi fechada.
As fábricas do Sul produziam embutidos. Foram detectados problemas em salsichas e mortadelas. Já a fábrica goiana é produtora de aves. As três plantas já tiveram as portas fechadas.
Sem explicar como é possível recolher as carnes sem os códigos de barra, o secretário-executivo disse que o processo já começou. Falou que até dos supermercados os produtos estão sendo retirados das prateleiras.
No entanto, recomendou a população que informe ao ministério caso encontre produto suspeito por meio do 0800-704-1995.
O secretário informou ainda que o órgão afastou 33 servidores envolvidos na fraude da carne, exposta pela Operação Carne Fraca. Serão abertos processos administrativos contra esses funcionários públicos.
— O que nós queremos dizer para a população é que fique tranquila. Nosso sistema é um dos mais avançados do mundo — falou o secretário em entrevista coletiva, que alertou as pessoas devem ficar atenta aos aspectos da carne como cor, cheiro e consistência.
Novacki ponderou que um grupo muito pequeno de servidores foi suspenso. E lembrou que o quadro do ministério é de 11 mil servidores. Eles tiveram o acesso aos sistemas bloqueados logo cedo.
— É necessário fazer uma limpeza. É necessário separar o joio do trigo — disse
— Não basta ser íntegro e ser correto, tem de parecer íntegro e correto.
Em meio ao escândalo de comércio de carne podre e adulterada, o secretário-adjunto do Ministério da Agricultura, Eumar Novacki, afirmou que já começou a recolher a carne estragada dos frigoríficos, mas disse que a população tem de ficar tranquila e tomar cuidados na hora de comprar no supermercado. Três fábricas de aves, salsicha e mortadela foram fechadas e outras 21 estão sob suspeitas de fraude em carne bovina e até ração para animais de estimação.
Durante uma entrevista coletiva que durou cerca de uma hora e meia, o número dois do Ministério da Agricultura disse que, pessoalmente, comprará carne no fim de semana, mas afirmou que o brasileiro tem o direito de não comprar. Argumentou que há no Brasil, há mais de 4 mil estabelecimentos e que a fraude é restrita a apenas um número baixo.
— Os riscos são muitos pequenos — garantiu o secretário.
— Não há razão para pânico.
Ele ainda informou que a partir de segunda-feira, começarão a ser rastreados os códigos de barra dos produtos dos três frigoríficos em que a fraude foi confirmada. São duas fábricas do Pecin no Sul do país: em Jaguará do Sul (SC) e Curitiba (PR). Uma planta da BRF na cidade de Mineiro, em Goiás, também foi fechada.
As fábricas do Sul produziam embutidos. Foram detectados problemas em salsichas e mortadelas. Já a fábrica goiana é produtora de aves. As três plantas já tiveram as portas fechadas.
Sem explicar como é possível recolher as carnes sem os códigos de barra, o secretário-executivo disse que o processo já começou. Falou que até dos supermercados os produtos estão sendo retirados das prateleiras.
No entanto, recomendou a população que informe ao ministério caso encontre produto suspeito por meio do 0800-704-1995.
O secretário informou ainda que o órgão afastou 33 servidores envolvidos na fraude da carne, exposta pela Operação Carne Fraca. Serão abertos processos administrativos contra esses funcionários públicos.
— O que nós queremos dizer para a população é que fique tranquila. Nosso sistema é um dos mais avançados do mundo — falou o secretário em entrevista coletiva, que alertou as pessoas devem ficar atenta aos aspectos da carne como cor, cheiro e consistência.
Novacki ponderou que um grupo muito pequeno de servidores foi suspenso. E lembrou que o quadro do ministério é de 11 mil servidores. Eles tiveram o acesso aos sistemas bloqueados logo cedo.
— É necessário fazer uma limpeza. É necessário separar o joio do trigo — disse
— Não basta ser íntegro e ser correto, tem de parecer íntegro e correto.
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