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Decisão do aloprado Maranhão não se sustenta


 Jorge Bastos Moreno
Waldir Maranhão passou o fim de semana na companhia do governador Flávio Dino, a quem deu carona, segundo os jornais, para Brasília. É impossível essa decisão de anular o impeachment não ter o dedo do governador Flávio Dino. Na disputa de braço pra ver quem mandava mais no Waldir Maranhão, Dino ganhou de Eduardo Cunha, que sentiu na pele, agora, que não adianta comprar apoio. Waldir Maranhão se vendeu para quem pagou mais. André Borges, no Estadão de hoje, já cantava a bola.


Essa decisão de Maranhão, como o próprio, não se mantém de pé. O presidente interino da Câmara está de cócoras. A matéria é vencida, decidida e aprovada pela maioria da Câmara. Já está no Senado. Um único deputado, por mais poder circunstancial e institucional que tenha, não pode anular um ato transitado e julgado. Maranhão só prova que não tem preparo político e psicológico pro cargo.

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