Pular para o conteúdo principal

Deixe o passado em paz

Deixe o passado em paz
Aceite o seu passado, fique em paz com ele, e permita que as lições sejam aprendidas.
O passado é imutável, mas a sua atitude em relação ao ocorrido pode ser repensado. Não sinta vergonha nem arrependimento de nada do passado, isso não vai mudar o passado e não vai melhorar o seu futuro.
Aceite o seu passado e siga em frente.
Não fique pensando que algo poderia não ter ocorrido. Não deseje voltar o tempo e mudar tudo. Não fique brigando com o passado.
Os arrependimentos, a vergonha e a culpa são fantasmas que saem do passado para assombrar o seu presente.
Se desligue um pouco, e mantenha uma distância emocional adequada enquanto percorre lembranças de erros do passado.
Pense mais nas lições aprendidas que nos erros cometidos.
Não permita que as coisas que já passaram se enganchem no seu pé, te impedindo de seguir adiante.
Passar por cima dessas coisas é sinal de maturidade, de grandeza e vai melhorar a sua auto-estima.
Se liberte, se perdoe, aproveite a vida, e faça as pazes com o seu passado.
Assisti outro dia um filme em que a protagonista dizia:  “estou me tornando a mulher que a minha mãe criou, mesmo depois de anos do seu falecimento”.
Eu tenho esse pensamento corriqueiramente, pois os meus pais já se foram, e me dou conta que continuo aprendendo com o meu passado de convivência produtiva com eles.
O passado tem o seu valor amplificado de diversas maneiras.
São lições que aprendemos mesmo depois da ocorrência dos eventos.
Lembranças maravilhosas que não nos deixam esquecer da vida abençoada que recebemos.
Um caminho produtivo que evidencia a nossa capacidade de progredir, melhorar é se tornar a pessoa que desejamos ser.
Para que tudo isso aconteça – esteja em paz com o seu passado.                                                                                 Rubens Sakay (Beco)

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mapa das facções em presídios brasileiros

Sem dinheiro, Exército deixa Força no Haiti

Leandro Mazzini - Coluna Alvorada Sucumbiu no cofre da União a ideia política de fazer bonito perante a Organização das Nações Unidas (ONU), na tentativa de ganhar respeito no Conselho de Segurança e conseguir um assento na patota nuclear. Com os cortes no Orçamento deste ano e as verbas minguadas a cada dia, o Exército do Brasil vai deixar a Minustah no Haiti. Para não fazer feio, ainda envia o último contingente esta semana, para os últimos seis meses de vigilância. A Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah) foi criada e organizada pelo Conselho de Segurança da ONU para manter a ordem e evitar a tomada do poder por guerrilhas no país caribenho, após a deposição do presidente Jean-Bertrand Aristide. A presença por força política tornou-se essencialmente social após o terremoto de 2010, quando mais de 200 mil pessoas foram vitimadas. A tropa que parte para a capital Porto Príncipe foi apresentada neste domingo, na Praça dos Três Poderes em Brasíli...

'Fi-lo porque qui-lo': aprenda gramática com frase histórica de Jânio Quadros

FI-LO PORQUE QUI-LO                       Vamos lembrar um pouco de história, política e gramática?                     O ex-presidente Jânio Quadros gostava de usar palavras difíceis, construções eruditas, para manter sua imagem de pessoa culta. Diz o folclore político que, ao ser indagado sobre os motivos de sua renúncia, em 1961, teria dito: "Fi-lo porque qui-lo".                     Traduzindo para uma linguagem mais acessível, mais moderna, ele quis dizer "fiz isso porque quis isso", ou, simplificando, "fiz porque quis".                     Esse "LO" nada mais é que o pronome oblíquo "O", que ga...