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Economia: sob ataques de Lula e PT, Dilma não muda


Mesmo depois da bateria de ataques do comando petista à agenda econômica do Planalto e do chamado de Lula para que defina de que lado está, Dilma Rousseff não dá sinais de que poderá ceder. Interlocutores da presidente avaliam que, com uma aprovação na faixa dos 10%, é preferível à petista investir em uma medida impopular, mas estruturante — a reforma da Previdência —, do que abraçar as propostas do partido, que, na sua opinião, não ajudam o país a sair da crise. A informação é de Natuza Nery, na sua coluna desta segunda-feira na Folha de S.Paulo.
Segundo Nery,  Jaques Wagner (Casa Civil) deve vestir a roupa de bombeiro e procurar petistas no Congresso para apagar o incêndio. A inclusão da CPMF entre as medidas defendidas pelo diretório do partido na sexta animou parte do governo.
“A tarefa, entretanto, não será fácil. Lindbergh Farias (PT-RJ) não vai à reunião convocada pelo Planalto com a bancada no Senado para pôr panos quentes depois do desentendimento na votação do projeto do pré-sal. Paulo Paim (PT-RS) deve fazer o mesmo.”

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