Pular para o conteúdo principal

Renan vira "pop star" entre colegas senadores

Ilimar Franco - O Globo

O presidente do Senado, Renan Calheiros, ao comprar a briga com a PF e a Justiça, ganhou o coração dos colegas. Um exemplo é o whatsapp da bancada peemedebista da Câmara. Os elogios à postura de Renan são generalizados. “Ele se tornou o presidente do nosso sindicato”, brincou um dos deputados. Mas nem tudo são flores. Anteontem, enquanto Renan anunciava o pacote de medidas que iria apresentar ao STF, um grupo de 20 pessoas portava cartaz dizendo: “Vallisney: juiz de 1ª / Renan: senadorzinho de 5ª.” E gritava, na porta de seu gabinete, “Fora, Renan!”

Relatam no Senado que Renan cogitou convocar uma cadeia nacional de rádio e televisão para se manifestar sobre o episódio. Foi desaconselhado.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mapa das facções em presídios brasileiros

Sem dinheiro, Exército deixa Força no Haiti

Leandro Mazzini - Coluna Alvorada Sucumbiu no cofre da União a ideia política de fazer bonito perante a Organização das Nações Unidas (ONU), na tentativa de ganhar respeito no Conselho de Segurança e conseguir um assento na patota nuclear. Com os cortes no Orçamento deste ano e as verbas minguadas a cada dia, o Exército do Brasil vai deixar a Minustah no Haiti. Para não fazer feio, ainda envia o último contingente esta semana, para os últimos seis meses de vigilância. A Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah) foi criada e organizada pelo Conselho de Segurança da ONU para manter a ordem e evitar a tomada do poder por guerrilhas no país caribenho, após a deposição do presidente Jean-Bertrand Aristide. A presença por força política tornou-se essencialmente social após o terremoto de 2010, quando mais de 200 mil pessoas foram vitimadas. A tropa que parte para a capital Porto Príncipe foi apresentada neste domingo, na Praça dos Três Poderes em Brasíli...

'Fi-lo porque qui-lo': aprenda gramática com frase histórica de Jânio Quadros

FI-LO PORQUE QUI-LO                       Vamos lembrar um pouco de história, política e gramática?                     O ex-presidente Jânio Quadros gostava de usar palavras difíceis, construções eruditas, para manter sua imagem de pessoa culta. Diz o folclore político que, ao ser indagado sobre os motivos de sua renúncia, em 1961, teria dito: "Fi-lo porque qui-lo".                     Traduzindo para uma linguagem mais acessível, mais moderna, ele quis dizer "fiz isso porque quis isso", ou, simplificando, "fiz porque quis".                     Esse "LO" nada mais é que o pronome oblíquo "O", que ga...